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Atendendo recomendação da OMS, a ANVISA em conjunto com a Secretaria Especial dos Portos(SEP) divulgou ontem novas orientações de serviço para PORTOS sobre Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional para o evento : influenza por novo subtipo A (H1N1), conhecida por gripe suína. A partir de agora, todos os navios vindos do exterior somente obterão a liberação para atracação e operação nos portos após serem inspecionados pelos agentes da Anvisa. Até o momento, não temos informação de atrasos nas operações de carga e descarga dos navios em razão do novo procedimento.
Saibam mais na matéria divulgada pelo Jornal A Tribuna abaixo transcrita :
Quinta-Feira, 7 de Maio de 2009, 08:42
Governo define medidas de segurança
Da Redação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a Secretaria Especial de Portos (SEP) divulgaram ontem os procedimentos que terão de ser adotados pelos profissionais que atuam em portos, diante de casos monitorados ou suspeitos de gripe suína.
De acordo com a Nota Técnica nº 2/2009, emitida no final da tarde de ontem pelos dois órgãos, "todos os trabalhadores da linha de frente da Anvisa, Receita Federal, Polícia Federal, Vigiagro (Vigilância Agropecuária) ou operadores" que tenham contato próximo com tripulantes de navios vindos de outros países devem usar máscara cirúrgica, nos contatos com os marítimos. Eles também devem lavar as mãos com frequência.
Em um navio com um caso suspeito de gripe suína ou sendo monitorado, os trabalhadores que tiverem contato com o tripulante em questão devem usar óculos de proteção, capote ou avental descartável de mangas compridas, luvas de procedimentos não cirúrgicos e respirador particulado. E sempre devem higienizar as mãos (com água e sabão ou gel alcoólico) antes e após a retirada desses equipamentos.
A Anvisa e a SEP também determinaram que todas as embarcações vindas de outros países devem receber a livre prática (liberação para atracação e operação em portos) a bordo, após serem inspecionadas. Antes do surto de gripe suína, o comandante de um navio podia obter o aval passando informações sobre as condições de saúde da tripulação por rádio.
A fiscalização dos cargueiros será feita em áreas de fundeio (em Santos, elas ficam na barra), havendo alguma suspeita entre a tripulação. Se não, ela será realizada no porto, com o navio atracado.
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