|
O término da greve dos funcionários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, que já dura um mês, depende da reunião hoje do Comando Nacional de Greve com os representantes do Ministério do Planejamento, Indústria e Comércio. Caso o pedido dos agentes não seja atendido, a paralisação será inevitável.
No dia 11 de julho, os servidores suspenderam a greve para que fosse possível a negociação com o Governo, mas a proposta do Executivo não agradou à categoria, que tem se dividido, nas assembléias, entre duas posições: o retorno à greve ou a manutenção, sem paralisação, das negociações por mais 30 dias.
Porto de Santos
Os funcionários da ANVISA decidiram pela operação-padrão no Porto de Santos. Com isso, o trabalho de liberação de cargas é feito lentamente. Em entrevista concedida ao Jornal A Tribuna, a representante dos funcionários de Santos, Sueli Dias Pereira, confirmou que a base da Cidade respeitará a decisão tomada hoje pelo Comando Nacional.
Comando Nacional de Greve
De acordo com o representante do Comando Nacional, Luis Carlos Torres Castilhos, a categoria espera que o governo atenda as reivindicações mínimas. "Há disparidade nos salários de pessoas que exercem a mesma função, o que é proibido pela OIT (Organização Internacional do Trabalho). Queremos apenas que a lei seja cumprida". Nós queremos uma reunião de negociação, não de diálogo. Demos todas as chances ao governo, voltando atrás, inclusive, na decisão de entrar em greve. Se amanhã (hoje) não houver acordo, vamos parar", resumiu Castilhos. (fonte: A Tribuna 29/7)
|